Sem vontade de escrever, então vai um poema do Drummond que é mais ou menos o que estou me sentindo.
"Olha, o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã."
(C.D.A)
"Olha, o amor pulou o muro
o amor subiu na árvore
em tempo de se estrepar.
Pronto, o amor se estrepou.
Daqui estou vendo o sangue
que escorre do corpo andrógino.
Essa ferida, meu bem,às vezes não sara nunca
às vezes sara amanhã."
(C.D.A)

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